Os que eu mais precisei me ensinaram que minha força nunca dependeu de ninguém
Brilhe sua própria luz.
Brinde à sua presença. Primeiro amor próprio, segundo amor próprio e, depois, amor próprio. Egoísmo? Não. Apenas o compromisso inegociável de cuidar de mim com mais atenção.
As pessoas que menosprezaram quem eu era, aquelas que fizeram pouco caso da minha existência, hoje dariam qualquer coisa para me ter por perto. O paradoxo é cruel, mas verdadeiro: no instante em que você aprende a ser feliz sozinho, no momento exato em que você não precisa mais de ninguém, o mundo inteiro parece querer se aproximar.
Por muito tempo, me vesti com roupas que não eram minhas. Calcei sapatos que machucavam, segui caminhos traçados por outros, andei em círculos, busquei sonhos que não eram meus. Segui a massa. Trabalhei onde me disseram que eu deveria trabalhar. Morei onde sempre morei. Comi o que sempre comi. A mesma rotina, o mesmo ciclo, o mesmo tédio existencial mascarado de segurança.
Mas então, algo dentro de mim rompeu. Woops! A existência é um sopro. Este corpo, veículo da minha mente, um dia deixará esta dimensão e seguirá seu curso para o desconhecido. O que estou fazendo com essa oportunidade? O que há em mim que é valioso? Será que estou realmente vivendo ou apenas existindo?
Essa é a faísca do despertar. O começo da revolução silenciosa que acontece dentro da alma, quando todos os valores herdados começam a ser questionados. Será que tudo o que me ensinaram era real? Ou será que estou vivendo um roteiro que nem sequer escrevi?
Então, eu decidi.
Decidi ser grande.
Decidi jogar fora as roupas velhas, andar descalço e sentir a terra.
Decidi ouvir o chamado da minha própria essência.
Decidi me libertar da mediocridade, do raso, do comum.
Decidi ser um incêndio onde antes só havia cinzas.
E quando a vida muda, o jogo sobe de nível. De repente, conversas sem profundidade se tornam insuportáveis. Relacionamentos baseados em conveniência parecem um desperdício de tempo. Pequenos dramas perdem o peso que antes tinham. Nada que não seja verdadeiro me interessa mais.
Não quero mais palavras vazias. Não quero mais encontros que me esvaziam. Quero intensidade, quero profundidade, quero sentir a vida pulsando em mim. Quero caminhar ao lado de quem vibra na mesma frequência, de quem também se questiona, de quem também se transformou.
Mas há um preço.
E o preço é a solidão.
Não qualquer solidão, mas aquela que ensina, que fortalece, que molda. A solidão como um luxo. A solidão como um renascimento. Porque quanto mais você se expande, menos multidão te acompanha.
Às vezes, confesso, é desafiador. O rebanho nos cerca, a convivência imposta nos sufoca. Mas eu sei que tudo passa. E no silêncio da minha reclusão, no espaço sagrado onde só eu e minha consciência existimos, a verdadeira liberdade me espera.
Os que eu mais precisei me ensinaram que minha força nunca dependeu de ninguém. E essa é a mais valiosa das lições.
Brilhe sua própria luz.
Brinde à sua presença. Primeiro amor próprio, segundo amor próprio e, depois, amor próprio. Egoísmo? Não. Apenas o compromisso inegociável de cuidar de mim com mais atenção.
As pessoas que menosprezaram quem eu era, aquelas que fizeram pouco caso da minha existência, hoje dariam qualquer coisa para me ter por perto. O paradoxo é cruel, mas verdadeiro: no instante em que você aprende a ser feliz sozinho, no momento exato em que você não precisa mais de ninguém, o mundo inteiro parece querer se aproximar.
Por muito tempo, me vesti com roupas que não eram minhas. Calcei sapatos que machucavam, segui caminhos traçados por outros, andei em círculos, busquei sonhos que não eram meus. Segui a massa. Trabalhei onde me disseram que eu deveria trabalhar. Morei onde sempre morei. Comi o que sempre comi. A mesma rotina, o mesmo ciclo, o mesmo tédio existencial mascarado de segurança.
Mas então, algo dentro de mim rompeu. Woops! A existência é um sopro. Este corpo, veículo da minha mente, um dia deixará esta dimensão e seguirá seu curso para o desconhecido. O que estou fazendo com essa oportunidade? O que há em mim que é valioso? Será que estou realmente vivendo ou apenas existindo?
Essa é a faísca do despertar. O começo da revolução silenciosa que acontece dentro da alma, quando todos os valores herdados começam a ser questionados. Será que tudo o que me ensinaram era real? Ou será que estou vivendo um roteiro que nem sequer escrevi?
Então, eu decidi.
Decidi ser grande.
Decidi jogar fora as roupas velhas, andar descalço e sentir a terra.
Decidi ouvir o chamado da minha própria essência.
Decidi me libertar da mediocridade, do raso, do comum.
Decidi ser um incêndio onde antes só havia cinzas.
E quando a vida muda, o jogo sobe de nível. De repente, conversas sem profundidade se tornam insuportáveis. Relacionamentos baseados em conveniência parecem um desperdício de tempo. Pequenos dramas perdem o peso que antes tinham. Nada que não seja verdadeiro me interessa mais.
Não quero mais palavras vazias. Não quero mais encontros que me esvaziam. Quero intensidade, quero profundidade, quero sentir a vida pulsando em mim. Quero caminhar ao lado de quem vibra na mesma frequência, de quem também se questiona, de quem também se transformou.
Mas há um preço.
E o preço é a solidão.
Não qualquer solidão, mas aquela que ensina, que fortalece, que molda. A solidão como um luxo. A solidão como um renascimento. Porque quanto mais você se expande, menos multidão te acompanha.
Às vezes, confesso, é desafiador. O rebanho nos cerca, a convivência imposta nos sufoca. Mas eu sei que tudo passa. E no silêncio da minha reclusão, no espaço sagrado onde só eu e minha consciência existimos, a verdadeira liberdade me espera.
Os que eu mais precisei me ensinaram que minha força nunca dependeu de ninguém. E essa é a mais valiosa das lições.